David Ellefson fala com exclusividade ao Maximus Music Channel

A banda Megadeth se apresenta no próximo dia 31 de outubro, em São Paulo, no Espaço das Américas, e no dia 1º de novembro, no Rio de Janeiro, no Vivo Rio. Em entrevista pingue-pongue exclusiva, o baixista David Ellefson fala sobre a banda e shows que acontecerão no Brasil.

 

1-Você estará aqui em um feriado brasileiro, 2 de novembro. É o dia da morte. Você tem alguma superstição em relação à isso?

Parece o momento perfeito para um show do MEGADETH! Brincadeiras à parte, o Rio não é uma cidade em que realizamos shows todas as vezes que vamos ao Brasil, então estamos entusiasmados com esse show. O feriado torna isso muito mais especial para os nossos fãs.

2- Dentro do mundo do Heavy Metal, podemos dizer que a banda alcançou o sucesso?

Creio que sim. Mas o sucesso é muito mais do que apenas vendas e dinheiro ganho. É realmente sobre a conexão com as pessoas. Desde o início, pudemos sentir que nossa música estava se conectando e fazendo fãs. Nossa primeira visita ao Brasil no “Rock In Rio” de 1991 nos provou que nos conectamos bem com os fãs da América do Sul. Então, Brasil e Rio, tem sido um lar especial para o Megadeth.

3-Qual o melhor álbum que você ajudou a criar?

Honestamente, eu gosto de todos e sinto que todos têm um lugar especial na história do Megadeth. Eu ajudei na criação de todos os que eu executei. Com o meu papel na banda, sinto que, às vezes, consigo ser um artista em minhas próprias expressões, mas outras vezes sou um papel solidário na seção de ritmo como baixista. De qualquer forma, é uma parte crítica da química para a banda e um álbum. Eu também sinto o mesmo sobre os outros membros.

4-Como foi a experiência de tocar com os brasileiros do Soulfly?

Essa foi uma grande experiência musical e pessoal. Max é tão único e adoro o modo como ele traz sua influência brasileira em tudo o que ele faz. Ele é tão autêntico e sua música é inegável para heavy metal como gênero. Trabalhar com ele era muito relaxante, criativo e divertido. Ele me deixou tocar e fazer o que eu entendia nas músicas. Provavelmente foi o show de metal mais relaxante em que toquei, mesmo com músicas tão brutais e pesadas.

5-Existe algum padrão para usar os dedos ou as palhetas de guitarra?

Eu gosto do som da palheta mais do que qualquer coisa, especialmente em hard rock e metal. Além disso, a palheta me permite tocar os riffs de guitarra intrincados e rápidos no baixo. Para mim, combina as melhores técnicas de metal.

6- O Megadeth só perde para Iron Maiden se compararmos o numero de vezes em que eles vieram aqui no Brasil. Qual é a sua conexão com o Brasil?

Bem, sempre houve uma conexão estreita com a música do Megadeth e com o povo brasileiro. E, agora com Kiko (Loureiro) na banda, acho que a conexão brasileira realmente encontrou seu caminho.

7-Vocês estarão aqui no dia 1 de novembro para um show no Rio de Janeiro, quais são as expectativas para voltar novamente ao Brasil?

Não há lugar no planeta como o Rio. As pessoas, as praias, a sensação que você sente quando você está na cidade. Mesmo uma foto da cidade em um cartão postal diz que é um dos lugares mais acolhedores e convidativos do planeta. Então, mesmo para nós do Megadeth, a cidade convida um sentimento extra para nós quando executamos shows lá. E, como é a nossa primeira vez desde o lançamento do álbum “Dystopia”, o show do dia 1 de novembro permitirá que o público experimente as músicas desse álbum, a nova formação de Kiko (Loureiro) e Dirk (Verbeuren), e também um novo e diferenciado palco. Deve ser uma noite muito especial!

8 – Você gostaria de deixar uma mensagem para seus fãs?

Rio! Nós não podemos esperar para vê-los e tocar para vocês mais uma vez! Obrigado pelo seu espírito de Heavy Metal…Novembro 1 será a nossa noite juntos mais uma vez!!!!

David Ellefson

 

Por 

Isabele Miranda

Renata Penteado


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