Amorphis fala exclusivamente ao Maximus Music

Esa Holopainen da banda finladesa Amorphis concedeu uma entrevista exclusiva ao Maximus Music Channel. Confira!

  1. Amorphis começou como uma banda de death metal e vocês adicionaram metal progressivo e folk ao seu estilo. Por quê?

Por que não? Hehe. Falando sério, ficamos entediados repetindo o death metal como uma estilo de música não nos ofereceu nenhum desafio. Quer dizer, é bom tocar death metal e eu totalmente respeito bandas da velha escola que ainda estão trabalhando nesse estilo como o Entombed e Grave.

  1. No segundo e terceiro álbuns, as letras foram baseadas em famosas poesias da Finlândia. Existe uma razão específica para isso?

Aqueles velhos poemas estão contando histórias em que as pessoas na Finlândia costumavam acreditar antes que o cristianismo existisse. Fala sobre velhas tradições e velhos deuses que parecem se encaixar perfeitamente na nossa música. Felizmente ainda há um grupo de pessoas que acredita nas leis da natureza ao invés de acreditar em um cara que viveu 2000 anos atrás e caminhou ao redor do deserto.

3-Vocês são uma das bandas mais famosas da Finlândia. Como vocês veem isso?

Ficamos lisonjeados, é claro. Fizemos muito trabalho e não foi fácil chegar onde estamos. Nossa carreira foi como um passeio de montanha-russa. Nós enfrentamos altos e baixos, mas eu não posso reclamar. Os últimos dez anos tem sido realmente muito bons.

  1. Vocês usaram alguns poemas para compor algumas letras de músicas, como foi esse processo?

Temos um amigo chamado Pekka Kainulainen, ele escreveu letras para os últimos cinco álbuns. Nesse processo geralmente nós compomos todas as músicas e Pekka faz as letras. Então começamos a arranjar as letras em música. Na verdade, é um processo bastante longo.

5- Sobre a turnê latino-americana de 2016 como foi? Conte-nos mais sobre isso.

Foi fantástico. Nós tivemos alguns shows e encontramos muita gente! Hehe.  Os nossos países favoritos foram Brasil e Colômbia. Espero realmente voltar em breve novamente.

 

Agradecimentos: Esa Holopainen, Phill Lima, Rod Mariani


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